<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024</id><updated>2012-01-27T02:24:47.654-02:00</updated><category term='casa'/><category term='cômodos'/><category term='saudade'/><category term='mosaico'/><category term='detalhes'/><category term='analogia'/><category term='reflexão'/><category term='comparação'/><category term='velho'/><category term='tempo'/><category term='silencio'/><title type='text'>philipemoncao.blogspot.com</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1854377290814804878</id><published>2012-01-23T02:25:00.002-02:00</published><updated>2012-01-23T02:25:42.961-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Foi lá, e fez o que queria, sem pensar em quem, sem pensar onde e porquê. Mas afinal, pra quê pensar quando o fazer supera a conexão entre os neurônios e dá lugar à química distinta, mas produzida por fonte igual. Foi lá, viu que não era o que deveria ser, ou quem sabe poderia ser com um outro ser, e ser de uma forma que passaria a ser nada. Absolutamente nada. Mesmo que venha. Mesmo que seja, as ondas sonoras irão propagar um SIM que na verdade é NÃO, e farão conhecer o que de fato não se deveria ter feito. Mas veja bem, a intenção de cada degrau é te levar pra cima, mesmo que passe, fique abaixo ou fique pra trás, vai te fazer subir e alcançar o topo e se a intenção deste degrau é te fazer subir, por pior que ele seja, involuntariamente vai te beneficiar. Segue-se em frente vislumbrando a paisagem que não se forma por reflexo do asfalto, mas se forma pelo reflexo do brilho dos olhos que sonham um dia chegar a algum lugar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1854377290814804878?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1854377290814804878/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1854377290814804878&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1854377290814804878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1854377290814804878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2012/01/foi-la-e-fez-o-que-queria-sem-pensar-em.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-5690447345807254937</id><published>2011-10-29T00:55:00.003-02:00</published><updated>2011-10-29T00:55:16.609-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>É bem bonito ver alguém tocar um violão e dizer: olha que coisa mais linda, mais cheia de graça... ou talvez: eu sei que vou te amar, por toda a minha vida eu vou te amar. Mas espera aí, não é assim que funcionam as coisas. Dizer a gente diz, escrever a gente escreve, cantar a gente até canta, desafinado, mas canta, com o propósito de dizer coisas bonitas - mesmo que saiam do estômago e sequer façam curva no coração. Apenas se diz. E não apenas diz. Fala. Evoca. Faz crer. Em palavras de estômago, que compram o que comer e quando satisfeitas, voltam elas, as palavras, pra onde vieram a fim de cumprir seu ritual digestivo e no fim dar em .. é, isso mesmo que você pensou. Queria mesmo a utopia daquele cantor apaixonado, que canta, e mesmo que tenha tido provas de que nada do que diz ocorreu, continua a versar e tentar convencer alguém de caminhos novos a trilhar. É isso, cordas de violão não são estáveis, por isso não devemos crer em suas notas, mesmo que de fato as queiramos. Te levam a nenhum lugar, apenas a ouvir e ver voltar, aquelas palavras de estômago que muito te fariam chorar. E que bom que não fizeram.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-5690447345807254937?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/5690447345807254937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=5690447345807254937&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/5690447345807254937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/5690447345807254937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/10/e-bem-bonito-ver-alguem-tocar-um-violao.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-5086347878901487401</id><published>2011-10-07T21:46:00.000-03:00</published><updated>2011-10-07T21:46:28.397-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Doce voz que me dizia pra não fazer o que eu tanto queria. Fazia-se de um jogo de xadrez, que de tão complexo poderia instantaneamente nos fundir, sem dividir, numa só vez. Sem saber as peças foram caminhando, errantes pelo tabuleiro, numa dança, que valseando foram se matando, chutando com tudo o que atrapalhava o grand finale. Ninguém ouviu sequer o estalo dos dedos, que ao movimentar tais peças iam relaxando ao longo do tempo. Daria pra saber, no entanto, que mais fácil seria virar o tabuleiro, jogar as peças fora e ler um livro, o qual sugere, mas está de algum jeito pré-determinado. Como resultado, fico pensando como seria se a casa ao invés de vazia, estivesse menos vazia a ponto de estar cheia, lotada com o que só eu permito lotar. Com o que só eu prefiro lotar. Nada não, estarei aqui, mesmo que na solidão com fim, dado por uma luz daqui a pouco a entrar, me dando mais um ciclo e a chamá-lo de quem sabe, o dia de amar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-5086347878901487401?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/5086347878901487401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=5086347878901487401&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/5086347878901487401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/5086347878901487401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/10/doce-voz-que-me-dizia-pra-nao-fazer-o.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-6531611368327740530</id><published>2011-08-21T23:16:00.003-03:00</published><updated>2011-08-21T23:16:01.282-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Lá vem o trem novamente, fazer as plantas balançarem com a fumaça que produz; traz barulho a terrenos onde se ouve apenas pássaros a cantar; mata que passa pelo olhar do passageiro e fica lá, no mesmo lugar, parada, mas cheia de verde, cheia de vida. Lá vai o trem novamente, foi, passou e não dá marcha ré, agora é esperar o trem passar, ver se tem bilhete pra entrar, ver se o vagão está lotado, achar um lugar, tomar um chá, ver onde vai chegar. E assim viajar, sem saber destino, se destinando em um trem que ainda nem parou pra embarque, mas não custa ficar na estação, se a algum lugar eu quero chegar. Basta esperar o trem parar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-6531611368327740530?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/6531611368327740530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=6531611368327740530&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/6531611368327740530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/6531611368327740530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/08/la-vem-o-trem-novamente-fazer-as.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1811687278273527014</id><published>2011-08-16T00:00:00.000-03:00</published><updated>2011-08-16T00:00:05.400-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Sons de vento que vão levando folhas, não no vento, mas no som, que só ecoa nos ouvidos sem nem mesmo haver qualquer brisa, ou ventania que, na mente, crio. Sol que aparece repentinamente, com raios que me fazem produzir vitaminas subcutâneas e assim trazer saúde a quem quer a saúde de um corpo não-físico. Quem disse que isso é um lamento é porque não sabe o que é lamentar. Pelo contrário, vívido é o termo ideal pra quem vê sorrisos da vida e não olha a qualidade dos dentes neles contidos, mas a forma parabólica que muito diz em si e para si. Não temo mais, caros que tempo gastam me lendo, mas venho todos os dias a mim dizendo que pedras não foram feitas para serem atiradas, ou pra fazer tropeçar, ou pra simplesmente serem pedras, mas existem para que brincadeiras no lago aconteçam e com a mudança dos tempos se torne preciosa.  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1811687278273527014?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1811687278273527014/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1811687278273527014&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1811687278273527014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1811687278273527014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/08/sons-de-vento-que-vao-levando-folhas.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1778583607710172166</id><published>2011-07-09T16:36:00.002-03:00</published><updated>2011-07-09T16:36:38.619-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vendo com olhos o que boca queria ver fiz que não vi, olhei pro lado pra não me deter no olhos que nervosos não me encararam, mas que eu queria que por completo me visse. Poucas palavras básicas de dia-a-dia, ditas sem que fossem comprometidas, com um futuro que num instante passou na mente e que por lá ficou. Fiquei assim, vivendo da lembrança de poucas palavras que me disse, fixado com meu nome dito em tua voz. Foi o suficiente pra que minha pura e indecente criatividade se lembrasse de você. Não quero te ver mais, pois sei, ou prefiro imaginar, que tens alguém e que não és pra mim, mesmo sendo do tamanho perfeito pra minha mão. Vejamos, se no decorrer dos dias mais que meu nome, digas em tom suave que queres meu sobrenome e assim espero todos os dias entre imagens de fotografia que de uma delas você saia e me tire do negativo pra uma imagem linda em posistivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1778583607710172166?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1778583607710172166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1778583607710172166&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1778583607710172166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1778583607710172166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/07/vendo-com-olhos-o-que-boca-queria-ver.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-6682569952074059782</id><published>2011-07-03T22:32:00.000-03:00</published><updated>2011-07-03T22:32:49.126-03:00</updated><title type='text'>Giz de Cera</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0Zl9aL6t1dc/ThEYEQFvmjI/AAAAAAAAAUE/D-1j25Mdz8o/s1600/giz-de-cera.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="300" width="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-0Zl9aL6t1dc/ThEYEQFvmjI/AAAAAAAAAUE/D-1j25Mdz8o/s400/giz-de-cera.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir da primeira palavra que escrevo, outras vão surgindo. Vem fluentemente, sem travar, como se estivessem atreladas desde seu nascimento. Elas constroem o que eu destruo a cada dia. O que eu espero não esperar. Lembro de figuras, rabiscos na parede quando criança, vejo que nada pude esboçar do que outorgo hoje a mim e a quem perto de mim tenta estar. Acabo portanto, desobedecendo aos meus pais, riscando as paredes da minha casa, com giz de cera, até onde a mão alcança, e só alcança até onde a idade permite rabiscar. Daqui pra frente, não há parede que se possa pintar, limpando o que cores de giz de cera vão sujando, digo, ilustrando, planejando, mas me dão uma caneta de tinta forte, irremovível com a qual assino documentos diários de comportamento, de personalidade, de quem sou e serei. Sempre vou saber onde assinar, mas nunca vou saber se devo ou não. É tudo uma questão de contrato com a vida. Contrato imperdoável, irrevogável. Assino e o pacto está feito. Eu o assumi, mas sem saber, pensando que a qualquer hora meu pai viria e apagaria tudo com uma lata de tinta fresca. Mas, agora não é rabisco, é sério. É irrevogável. E os contratos aparecem, com letrinhas tão pequenininhas que a gente nem lê, assina e pronto. Daí as coisas vão acontecendo, e me dizem: estava no contrato, você concordou com ele. E não adianta rasgar, tocar fogo. Na minha mão não cabem mais giz de cera.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-6682569952074059782?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/6682569952074059782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=6682569952074059782&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/6682569952074059782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/6682569952074059782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/07/giz-de-cera.html' title='Giz de Cera'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0Zl9aL6t1dc/ThEYEQFvmjI/AAAAAAAAAUE/D-1j25Mdz8o/s72-c/giz-de-cera.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1713951599318879555</id><published>2011-06-30T23:10:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T23:10:01.973-03:00</updated><title type='text'>As Palavras</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Qox8eAvpoVY/Tg0sYGg-L8I/AAAAAAAAAT8/ZBYJeXUU8m4/s1600/palavras.jpg" imageanchor="1" style="margin-left:1em; margin-right:1em"&gt;&lt;img border="0" height="400" width="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-Qox8eAvpoVY/Tg0sYGg-L8I/AAAAAAAAAT8/ZBYJeXUU8m4/s400/palavras.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A gente diz, ouve, escreve. Sem saber. Sabendo. Entendendo. Não dando a mínima. Caem como pedaços pesados, voam e se perdem sem darmos conta. Faz sentir, sente. Destrói, constrói alicerces e os derruba no mesmo instante. Faz falta, na audição, no coração. Faz falta nos olhos, falta na boca. Um monte de palavras que preciso e não saem de mim, não entram em mim, passam do meu lado, não me enxergam. Trazem complexos castelos que parecem seguros, mas que dentro são feitos de papel machê, me enganam, ou tentam ser algo pra mim. Tento driblá-las quando vem pontiagudas enroladas em algodão. Seguro, jogo no chão e passo por cima. Até quando, não sei. Me fazem feliz as que ainda não tenho pra mim. Devo dizer que quase modelo em massinha de modelar algumas, pelo menos o cheiro delas vai me lembrar a infância de um tempo bom, ou quem sabe o tempo bom de uma infância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1713951599318879555?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1713951599318879555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1713951599318879555&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1713951599318879555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1713951599318879555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/06/as-palavras.html' title='As Palavras'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Qox8eAvpoVY/Tg0sYGg-L8I/AAAAAAAAAT8/ZBYJeXUU8m4/s72-c/palavras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-9222130701484856487</id><published>2011-06-19T23:08:00.002-03:00</published><updated>2011-06-19T23:08:34.730-03:00</updated><title type='text'>Cá cá cá.. érre ésse érre ésse..</title><content type='html'>É um acessório em conversas na rede o uso do ‘kkk’ ou ‘rsrsrs’. Longe de ser apenas letrinhas repetidas ou uma sinalização de que alguém achou graça de algo que você falou, essas letrinhas têm algum significado que não o literal. Olha, comigo não funciona essa parada de alguém me dizer desaforo e colocar um ‘rsrsrsr’ ou ‘kkkkk’ pra amenizar a situação. Eu sei que às vezes a gente diz o que quer em mensagens instantâneas, mas vamos ver isso aí né? Você pode ta se perguntando o porquê de eu estar escrevendo sobre isso. Mas ninguém me disse nada essa semana ou semanas passadas. Não é nada particular. Apenas mais uma constatação. &lt;br /&gt;Tem gente mesmo, que a cada frase que escreve, RI! Agora tente imaginar uma pessoa conversando ao vivo com você: Oi? Fazendo o que hein? [risos risos risos] você: tudo ótimo. E você como vai? Resposta: Ah eu to muito bem, tava ali xepando o almoço [risos risos risos]  Vamo ali tomar um sorvete? [hehehehe] DIGO, o que você acha de alguém que ri muito? Ta, as pessoas podem ser felizes sim, mas eu sinceramente acho que a pessoa é desequilibrada [conheço gente assim, sério], muita efusividade me causa uma paralisia que eu não sei se dou risada também, ou dou as costas e saio sem fazer cerimônias. Também fico imaginando qual a experessão REAL equivalente para cada ‘rsrsr’ ou ‘pskoaposakospopaop” e quando alguém explode em gargalhadas eu imagino que ela no máximo deu um sorriso de canto de boca e ergueu os ombros ligeiramente. Enfim, gostaria de ter um pouco mais de realidade nas conversas virtuais. Mas como exigir realidade na virtualidade. Não dá. O jeito é se render aos ‘kkkk’ e acreditar que os ‘heheh’ alheio são honestos e não apenas pra ser simpátic@.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-9222130701484856487?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/9222130701484856487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=9222130701484856487&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/9222130701484856487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/9222130701484856487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/06/ca-ca-ca-erre-esse-erre-esse.html' title='Cá cá cá.. érre ésse érre ésse..'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-4499956731119421255</id><published>2011-05-01T01:23:00.002-03:00</published><updated>2011-05-01T01:23:54.185-03:00</updated><title type='text'>Quisera eu</title><content type='html'>Fui alí, na fonte, encher meu vaso com água, que ao meu ver era limpa, cristalina, além de fresca pra matar a sede. Levei um cântaro, médio, porque grande seria muito pesado e a água com o tempo perderia seu frescor; não levei pequeno porque poderia faltar depois e ter de me desgastar novamente indo até o poço. Pus o vaso, de barro, meio frio, no chão e joguei o balde. Dava pra ver meu reflexo na água que era escura como carvão e quando o Narciso pensava em se aproximar da minha percepção logo o balde fazia ondas, barulho, me lembrando que tinha um vaso me esperando pra ser enchido no chão. Logo voltei a mim, e esperei que o balde se enchesse e então puxei, veio se batendo nas paredes do poço, derramando e chegou pela metade. É... Não é de primeira que se enche o vaso. Despejei a água, tornei a puxar água novamente, despejei no vaso de barro. Me dando por satisfeito, peguei o vaso e estava leve, não entendi, porque estava intacto. Quisera eu. Estava rachado, a água escorreu pelo chão. Não era mais água limpa. Não me servia mais. Voltei pra casa. Sem vaso. Sem água. Porque em vaso rachado nada pode ser estocado e água escorrida, não deve ser bebida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-4499956731119421255?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/4499956731119421255/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=4499956731119421255&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/4499956731119421255'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/4499956731119421255'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/05/quisera-eu.html' title='Quisera eu'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-3410622135361833988</id><published>2011-04-30T01:36:00.000-03:00</published><updated>2011-04-30T01:36:14.213-03:00</updated><title type='text'>Se eu soubesse...</title><content type='html'>Se eu soubesse daria abraços mais apertados, sorriria mesmo entediado, amaria mesmo sem ser amado. Se eu soubesse, tudo o que eu fiz, teria feito em repetições pra que nada se perdesse tão fácil.  Mas ainda posso fazê-lo, quando no porvir, sentir seja apenas um detalhe e fazer sentir seja o essencial. Se foi com a água do rio, mas voltará como água de mar, que mesmo salgada matará a sede de quem precisar. E o que já não é, serve pra dizer que foi bom não ter sido, e que nada do que virá será parecido, pra que não evoque cheiros de pão queimado ou cor de biscoito embolorado. E se caminha olhando em frente sabendo que o que vai chegar VAI CHEGAR! nada de morrer em busca de felicidade, porque feliz é o que se é quando felicidade deixa de ser objetivo e passa a ser motivação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-3410622135361833988?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/3410622135361833988/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=3410622135361833988&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/3410622135361833988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/3410622135361833988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/04/se-eu-soubesse.html' title='Se eu soubesse...'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-104620428353794142</id><published>2011-04-22T21:07:00.000-03:00</published><updated>2011-04-22T21:08:15.163-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eu realmente não sei o que escrever. Porque se escrevo, eu sinto. Antes de tudo eu sinto, e não quero. Sinto que está longe, sinto que não tá aqui, perto de mim, mas pode vir e de repente mudar minha concepção de espaço/tempo, tornar o que demorava em tempo curto, tão rápido como uma gota se desfazendo no chão, ou eternizar o que passaria veloz num vagão. Vulnerável como folhas simples, de outono, que caem quando a árvore cansa daquele verde, resolve mudar, trocar de roupa pra uma nova estação, enquanto suas velhas folhas se tornam energia pra suas novas, aos seus pés. Passa frio sim, fica feia durante um tempo, sofre com ventos, passarinhos não se achegam por hora. Fica só. Com verde explodindo por dentro, mas desestimulante por fora, esperando a hora de seu novo verde encher os olhos das aves procurando lugar pra construir seus ninhos, de ter no corpo marcas de amor alheio, de se sentir importante em dias de chuva, de se sentir feliz por ser alvo de raios, que decepando um de seus galhos, ou partindo-a ao meio, serve pra mostrar que mesmo podendo cair em qualquer outro lugar, ele resolveu cair bem ali, e alterar o rumo de sua história provocando mudança. Espera a chuva, o sol, o vento, alguém que colha dela, alguém que tire excessos, tudo isso é o que vive uma árvore que foi plantada ali, por um passarinho, que lançou a semente e não voltou pra regar, lançou no destino e só. &lt;br /&gt;Vejamos... talvez passe alguém, que regue, tire os cupins, ou a corte, lance no fogo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-104620428353794142?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/104620428353794142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=104620428353794142&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/104620428353794142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/104620428353794142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/04/eu-realmente-nao-sei-o-que-escrever.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-8151277982851998072</id><published>2011-04-18T12:49:00.000-03:00</published><updated>2011-04-18T12:51:45.688-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Moro com meus pais num bairro da periferia da cidade. Gosto muito de estudar e pretendo ser médico, ter uma família com cachorro e uma casa com piscina. Meus pais sempre me encorajam a lutar contra o que vejo a minha volta pra alcançar meu sonho. Se eles dizem que eu posso, eu realmente posso e vou conseguir ser gente, como eles dizem. Ser gente? Mas eu já não sou gente? Acordo todo dia às 5:30, as vezes com preguiça, as vezes não querendo comer pão com manteiga e ovo mexido, mas se isso vai me ajudar de alguma forma a realizar meus sonhos que assim seja. Chego na escola e sempre cumprimento o porteiro que sempre nos trata bem, e libera às vezes quando não queremos entrar na escola de tênis. Gosto da minha sala, da minha professora, mesmo quando ela implica em me colocar pra falar na frente. Não gosto. Quando eu for médico não vou precisar encarar platéia mesmo!  Alguns tentam cancelar meu sonho, dizem que sou muito fanático por querer ser médico, dizem que meus pais são pobres, que não vou conseguir. Eles acham que com esses comentários vão me parar de alguma forma. Enquanto isso fico na sala, imaginando meu futuro, até me desconcentro da aula as vezes, tendo que ser acordado pela professora, mas ninguém pode destruir o sonho de alguém, até quando se ouve balões estourando. É, eram balões estourando no pátio da escola. E de repente não eram mais balões. Era o som que eu não sabia que podia matar meus sonhos. Tirar minhas perspectivas, e não só minhas. De meus pais, de amigos, de professores que tanto apostaram em mim. Eu não queria virar de costas, nem meus colegas. A princípio pensei ser brincadeira. Mas não era, era alguém que eu não conhecia e que veio pra tirar de nós o que nos motivava a viver: nossos sonhos. Não pude evitar, infelizmente eu não sabia que alguém podia ser tão poderoso como ele foi. Ele não tinha esse direito. Muitos, diariamente, cancelam sonhos, destroem perspectivas. Ele foi mais um. Só isso? E eu que achava que todo mundo era gente. &lt;br /&gt;Sonhos vivos mudam histórias. E meus sonhos sem vida? O que eles fazem?  &lt;br /&gt;Se perderam junto com mais [muitos] sonhos vizinhos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-8151277982851998072?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/8151277982851998072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=8151277982851998072&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8151277982851998072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8151277982851998072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/04/moro-com-meus-pais-num-bairro-da.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-2451257607872143530</id><published>2011-04-17T23:15:00.001-03:00</published><updated>2011-04-17T23:15:45.656-03:00</updated><title type='text'>Caderno Novo</title><content type='html'>Hoje vi como tem papel com anotações [do inglês, da Oficina do Futura entre outras..] soltos pelo meu quarto. Vou enfiando em pastas aleatórias ou em caixas, guardando onde sei que NÃO vou encontrar quando precisar, e com eles vão indo minhas chances de por tudo em ordem, de consertar, de rever, de reaprender. A partir disso, me vem uma súbita idéia de comprar um caderno novo, com páginas limpas, pra reescrever tudo que anda solto, desagregado, aleatório. Cheiro de papel novo, linhas vazias, folhas bem juntas, quase grudadas. Papel liso esperando pra conhecer o que deixo perdido, o que é tão importante pra mim e que faço questão de deixar desorganizado. Sempre quando vou pra jogar fora um papel ofício com anotações eu penso: Não! Posso precisar disso depois, depois passo a limpo, é bom que eu revejo. Quantas vezes eu fiz isso? Por que ao invés de juntar tudo, preferia sair espalhando e planejando um dia juntar? &lt;br /&gt;Como juntar tudo, de coisas diferentes e pôr em um mesmo caderno, se cada anotação foi em um lugar, com pessoas diferentes em volta, com emoções diferentes. Talvez seja esse o motivo de protelar tanto essa reorganização. Acredito que iniciar um novo caderno é um desafio pra coisas novas, ou possa ser até que junte coisas velhas só pelo simples fato de reviver cada cheiro que cada coisa me trouxe ou de ter a sensação de começar algo novo. É isso! Começar algo novo. Mas como? Começar algo novo pelo velho não soa muito bem. Me sugiram o que fazer. Como trazer o novo? Com tudo o que pode vir com ele. E o velho? O que faço? Faço virar novo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-2451257607872143530?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/2451257607872143530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=2451257607872143530&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/2451257607872143530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/2451257607872143530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/04/caderno-novo.html' title='Caderno Novo'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-4680130084674103957</id><published>2011-04-14T22:02:00.000-03:00</published><updated>2011-04-14T22:03:22.792-03:00</updated><title type='text'>Ih. Choveu!</title><content type='html'>Olho pro papel em branco do computador e vejo nele possibilidades. Quando a gente não tem pra quem dizer é nele que a gente costuma jogar toneladas de coisas que nem sei o que ele pensaria se pensasse. Chuva lá fora, de repente, pra quebrar o calor do asfalto ainda quente e pra esquentar um asfalto que quente não pode ficar [por apenas dilatar e ressecar]. Tantas são as teclas, com tantas letras esperando por serem tocadas e assim passar do campo neural pra o visual aquilo que a endorfina jura não ter culpa.&lt;br /&gt; Quanto mais o tempo passa, mais cresce, naquele que sente, a certeza de que alguém um dia será muito feliz e que terá todos os doces, que terá todas as flores, todos os beijos, mas só um pra amar. Para de chover enfim, abre-se as portas, as janelas pra que o vento frio entre, te levando pra cama, sozinho, pensando que amanhã quem sabe, seja calor o dia inteiro, pois já que dentro faz frio, por fora haverá o rosto ruborizado de alguém saudável e feliz sozinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-4680130084674103957?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/4680130084674103957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=4680130084674103957&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/4680130084674103957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/4680130084674103957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/04/ih-choveu.html' title='Ih. Choveu!'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-8864969939371065310</id><published>2011-01-24T02:21:00.003-03:00</published><updated>2011-01-24T02:23:55.624-03:00</updated><title type='text'>Quadros de Efemeridade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/TT0MhxX_qhI/AAAAAAAAATM/Gu9Gr0nOfnU/s1600/antique-photo-frame.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/TT0MhxX_qhI/AAAAAAAAATM/Gu9Gr0nOfnU/s400/antique-photo-frame.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5565618488828996114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente começo a pensar em como as coisas são passíveis de efemeridade e como isso me traz tanta desesperança e insegurança. É isso mesmo, este post trata-se de mais uma lamentação da vida, se quiser pode parar por aqui, não quero ser culpado de matar a persistência em alguém.&lt;br /&gt;Quando vemos que coisas escorrem pelos nossos dedos como água, percebemos que a mão que é símbolo de controle e poder nada é diante à efemeridade existente em tudo. &lt;br /&gt;De repente passo a refletir como seria se minha mãe não tivesse parado de fazer iogurte pra eu levar pra escola, mesmo eu não gostando do azedinho que ele tinha – que apreciaria hoje sem moderação – ou se os ensinamentos de meu pai de como andar de bicicleta nunca tivessem passado. Talvez por eu ter crescido. Talvez por ter aprendido. Talvez não tivesse entendido que não se pode agarrar as coisas, nem as pessoas pra sempre. E quando a gente não tem como lutar contra o ‘passar das coisas’ o que resta é acordar no meio da noite e escrever um post pro blog. &lt;br /&gt;De repente, a desesperança seja fruto de vermos que hoje aqui, amanhã não mais. Mas outro algo ali, mas aqui ninguém mais. Talvez seja medo, consciência de que mais um ano passou, e lembranças do que ganhei, do que perdi, do que não consegui ou do que gostaria de ter tido. Tais reflexões não são em todo negativas, fazem parte do grupo de questionamentos que não fazemos e por isso aceitamos a efemeridade das coisas – não que ela seja evitável, ou contestável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale dizer, que de repente, sinto que muito passou, muito está passando e ainda mais vai passar por meus olhos, por minhas mãos, e mesmo com a significância de poder delas, meus olhos, com toda sua fragilidade são quem irá guardar apenas quadros de efemeridade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-8864969939371065310?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/8864969939371065310/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=8864969939371065310&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8864969939371065310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8864969939371065310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2011/01/quadros-de-efemeridade.html' title='Quadros de Efemeridade'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/TT0MhxX_qhI/AAAAAAAAATM/Gu9Gr0nOfnU/s72-c/antique-photo-frame.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1369099878533275249</id><published>2010-10-11T23:44:00.002-03:00</published><updated>2010-10-11T23:48:20.615-03:00</updated><title type='text'>Vende-se tudo em pó</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/TLPMN6N2XLI/AAAAAAAAATA/EwzsiMG6i74/s1600/%7B9B882456-1A42-45EC-B312-F6ABE76A111D%7D_refresco+FIT.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 396px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/TLPMN6N2XLI/AAAAAAAAATA/EwzsiMG6i74/s400/%7B9B882456-1A42-45EC-B312-F6ABE76A111D%7D_refresco+FIT.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5526985707051441330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me perguntei hoje quando abria um saquinho de suco em pó: se tudo que a gente quisesse fosse tão simples como fazer um refresco instantâneo como seria?&lt;br /&gt;Rasgar um saquinho plástico, despejar o pó dentro de um tanto de água e às vezes só adicionar um pouquinho mais de açúcar - para aqueles que gostam de coisas ‘meladas’ -  é realmente algo mágico. Pois bem, não é tão simples assim. Ah se tudo que eu quisesse estivesse no armário da cozinha, ao alcance das mãos só me esperando abrir o pacotinho, despejar o pó, sentir as partículas menores invadirem meu nariz e em seguida experimentar o produto que poderá ser servido na hora ou guardado para outros usos. Quem dera, tudo que eu quisesse tivesse escrito na embalagem: AROMA ARTIFICIAL DE... SABOR DE... CONTÉM...&lt;br /&gt;Mas não, nada tem aviso, nada vem com dicas de como preparar por mais que seja simples, abrir o envelope, dizer sim ou não, misturar com água, provar o sabor do refresco sem ver o rótulo. É tudo muito simples. Como misturar pó e água. Um pó que permite sentir sabor, odor e textura até. Por isso preferimos às vezes nos dar ao trabalho e buscar preparar coisas mais complexas, como suco no velho liquidificador, que corta, estraçalha e ainda exige que se peneire, por que preferimos o mais difícil? O resultado é mais gostoso? A textura é melhor? Pode até ser, mas pra evitar todo esse trabalho preferiria misturar o pozinho n’água e fim. Degustar um refresco com sabor, embora artificial, com aroma, embora me faça espirrar, tudo pra evitar o trabalho de um suco dito mais gostoso e mais saudável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1369099878533275249?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1369099878533275249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1369099878533275249&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1369099878533275249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1369099878533275249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2010/10/vende-se-tudo-em-po.html' title='Vende-se tudo em pó'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/TLPMN6N2XLI/AAAAAAAAATA/EwzsiMG6i74/s72-c/%7B9B882456-1A42-45EC-B312-F6ABE76A111D%7D_refresco+FIT.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-7804814909656550735</id><published>2010-03-22T21:30:00.005-03:00</published><updated>2010-04-05T20:15:39.077-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;object width="640" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/OXnwU8WMFuA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/OXnwU8WMFuA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="640" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal.. Esse vídeo foi feito pelo meu amigo Tato Messias [tatomessias.blogspot.com]. Trata-se de uma parte do making off do dvd da Banda Geração Alpha, gravado no Centro de Cultura de Itabuna no dia 13 de março de 2010. Nessa produção fiquei com a Direção de Produção, Cenografia e Direção de Arte. Foi uma experiência muito legal, onde pude ver algumas teorias de produção se aplicarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTAS DE PRODUÇÃO:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Até o dia da gravação, sinceramente, eu não tinha fechado a idéia do palco. Ninguém sabia, ou entendia oq eu ia fazer com aquele monte de andaimes. toda hora me perguntavam: Vc vai por oq na frente, eu respondia: NADA. &lt;br /&gt;   Uma confissão: algumas coisas eu tinha certeza, outras eu fui testando e vendo o que ia surgindo, além de ir imaginando como ficaria com a iluminação. Bom, é um processo bem arriscado mas sempre dá certo =D Parece que eu gosto de ir vendo a coisa surgindo e ter que lidar com os imprevistos. É excitante! Tive de pensar bastante na hora de montar os andaimes, eu não sabia que na forma original eles ficavam com "buracos" entre um e outro, mas fui conversando com o pessoal da 'cenotécnica' (haha..os funcionários da centro aço) e pedindo [exigindo] que não ficassem aqueles buracos.&lt;br /&gt;    Bom, o letreiro...eu já esperava que fosse me dar trabalho. Foi feito com 2 placas de MDF, aquela madeirinha que faz porta de guarda-roupa. Fazer não foi o caso, o trágico foi fixar. era um pouco pesadinho e tinha de obedecer uma linha de base pro nome n ficar torto.. e eu com meu perfeccionismo acho q ficou um pouquinho, bem pouquinho. Brigado a Marie, Flah, Marquinhos e Tôla que me ajudaram a pôr aquele troço! o palco da bateria nem falo! quadradinho por quadradinho colado com contact. a faixa branca e a mangueira luminosa foram tranquilas pra colocar., o dificil mesmo foi trançar aquelas ataduras [é! atadura, daquela que se usa qndo quebra o braço] amarelas por entre os andaimes. Nunca me pendurei daquele jeito, saí passanu akilo até quando não aguentei mais. Pronto, tinha finalizado, mas ainda tava seco. Faltava a luz. quando eu sentei pra olhar, morto já, ligaram as luzes. Foi como se tivesse acendido aquilo dentro de mim. Foi um prazer imenso ver aquilo sair do âmbito virtual pro real. Agradeço a todos que mesmo não sabendo como ia ser, confiaram a mim tal façanha. Obrigado também a todos que nos ajudaram a executar esse projeto, eu, a banda e toda a coordenação devemos muito a vocês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima! =D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-7804814909656550735?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/7804814909656550735/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=7804814909656550735&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/7804814909656550735'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/7804814909656550735'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2010/03/pessoal.html' title=''/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1961325102441278006</id><published>2009-12-08T13:21:00.002-03:00</published><updated>2010-03-22T21:29:53.834-03:00</updated><title type='text'>Videoclipe Pirraça</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/JJwiaus0kl0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/JJwiaus0kl0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal.. esse foi um videoclipe experimental feito pra UESC..ou seja, sem equipamentos sofisticados da universidade, cinegrafistas etc etc... foi feito com uma CyberShot da Sony e editado no After Effects. As disciplinas que pediram o trabalho foram Fotografia 1 e Linguagens do Vídeo e da TV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostei muito da experiência, pudemos realmente ver todos os processos de produção do clipe bem de perto. A nota? bem... a nota foi 10!!!! uhuuu... o trabalho foi bem cansativoo.. nao aguentava mais criar o video e achar erro e ter de voltar pra corrigir..uffa.. foi meu momento de descobrir algo no After hahah.. mas valeu muito a pena..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;enjoy it and comment it! :D&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1961325102441278006?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1961325102441278006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1961325102441278006&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1961325102441278006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1961325102441278006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2009/12/videoclipe-pirraca.html' title='Videoclipe Pirraça'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-7591941928271224992</id><published>2009-09-14T22:49:00.002-03:00</published><updated>2009-09-14T22:55:42.306-03:00</updated><title type='text'>Penso, logo sofro.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/Sq70EDgrRKI/AAAAAAAAASk/-G-xuTmz8pI/s1600-h/thinking-pic.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 271px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381506955253335202" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/Sq70EDgrRKI/AAAAAAAAASk/-G-xuTmz8pI/s400/thinking-pic.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;    Decidi escrever sobre pensamentos. Pra isso tive que pensar muito. Pura metalinguagem. Trata-se de algo que não se explica tecnologicamente, afinal um DELETE não funcionaria pra apagar alguns pensamentos, nem algumas lembranças. Quem sabe, algum dia, inventem um modo de se deletar com apenas um clique, coisas das quais não queremos lembrar. Trago o PENSAR como REFLETIR. Pensar nos faz refletir e não o contrário. Usar de imagens que captamos e transformá-las em textos, com códigos que apenas nosso coração pode decodificar.&lt;br /&gt;Engana-se quem diz que é melhor viajar pra esquecer alguns pensamentos que incomodam. Quem pensa assim é porque nunca dormiu e acordou pensando a mesma coisa durante semanas, meses, anos. Anos. O que fazer pra não pensar mais? MORRER seria a única forma. Mas não se assuste, não estou fazendo apologia ao suicídio, apenas mostro que não há uma forma de evitar os pensamentos que passeiam em nosso corpo. Sim, nosso corpo. Eles mexem com todos os nossos sentidos. Nos fazem sentir cheiros, calor, frio, nos fazem matar a saudade ou atiçá-la ainda mais. Enfim, não quero me demorar muito, mas quero que pense. É inevitável, é incurável. E quanto mais você pensar, mais você refletirá, e quanto mais você refletir mais sofrerá. Afinal, preste bem atenção, quase nunca pensamos em coisas boas. [se analisar bem vai concordar comigo]. Quando deitamos pra dormir e começamos o que vem à sua mente? Como seria passear na Disney? Como seria se você tivesse aquela moto massa? Ou as coisas boas que aconteceram no dia? Não. Você pensa no que não deu certo, no medo do que pode acontecer, enfim, se quiser sofrer pense [reflita], se quiser pensar, sofra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Perdoem a nostalgia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora comentem... ;)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-7591941928271224992?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/7591941928271224992/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=7591941928271224992&amp;isPopup=true' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/7591941928271224992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/7591941928271224992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2009/09/penso-logo-sofro.html' title='Penso, logo sofro.'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/Sq70EDgrRKI/AAAAAAAAASk/-G-xuTmz8pI/s72-c/thinking-pic.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-3029645787822678576</id><published>2009-07-09T17:07:00.002-03:00</published><updated>2009-07-09T17:13:00.816-03:00</updated><title type='text'>Que frio!!!</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlZO7JvJt8I/AAAAAAAAASQ/bpkAwkP0auE/s1600-h/frio%5B1%5D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 360px; DISPLAY: block; HEIGHT: 271px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356555584936720322" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlZO7JvJt8I/AAAAAAAAASQ/bpkAwkP0auE/s400/frio%5B1%5D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O inverno chegou. Nossa! Meus pés até doem a noite, e o jeito é enrolá-los bastante no cobertor, mas parece que não adianta. Porque será que eles setem mais frio que o resto do corpo? Enfim, quando o frio passa já estou dormindo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mente quem diz que o frio vem só no inverno. Digo que não. Tem hora que um friozinho bate e nos arrepiamos de cima a baixo, nos deixam num gelo só mesmo com Sol a pino. Se você pensar direirinho vai perceber que frio é bem sugestivo: um chocolate quente, um pão de queijo quentinho, um fondue de chocolate, um amor bem passado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não ligue se estiver achando essa leitura um tanto melancólica. A estação fria chegou, com ela a chuva, o gelo, a neve que cobre muito do que deveria nem existir. O frio sugere também que uma lareira seja acendida na sala, mesmo que não queira queimar, um pouco de lenha vai forçá-la a queimar, a esquentar alguém que tá na sala sentindo frio, pois venta muito lá fora, chove sem parar, chega a varrer o chão. Como seria bom estar lá fora, passeando com o cachorro num lindo dia ensolarado. Mas se a vida fosse feita só de verão não saberíamos o quanto o inverno poderia contrastar com uma posterior primavera. [Espero não congelar antes]. É triste ver as árvores tão peladinhas, mas o que se deve lembrar é que logo as flores vão chegar, folhas novas vão nascer, e aí vamos ver que o frio foi só um tempo que ela teve de passar e que um dia poderá enfrentar de novo. Parece até discurso para bovino adormecer (RS). Mas não. É algo que devamos sempre lembrar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ainda tem mais. O frio pode ficar ainda mais frio. Pode fazer pensar, eis o perigo. É isso que uma noite fria pode fazer. Faz você deitar, se enrolar no cobertor e pensar que logo você vai dormir e esquecer que sentiu frio, e só sonhar, até que o dia amanheça e traga chuva novamente, mostrando que o sonho acabou. Outro dia nasce, frio, disposto a te fazer pensar outra vez. Mas não fiquemos tristes!!! Vamos fazer uma sopa? Coloque ingredientes sólidos, verduras, legumes, carne com osso [duro de roer], coloque o macarrão [que te dá parafuso], coloque na panela [com pressão] e tudo ficará bem molinho com a ajuda da água. Ah! Ao ver tanta coisa junta, não queira colocar açúcar, por mais conturbada que esteja a situação na panela. É sal mesmo. O sal é quem vai dar o gosto, e acentuar o sabor de cada ingrediente. Se não gostar de sopa, coma outra coisa. Pegue aquele pão “dormido” e faça torradas bem crocantes. O que não quero é que você fique aí, com o computador de companhia nesse frio. Vai um chocolate quente? Tenho também biscoitinhos, mas é só. ¬¬&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;p.s.: Danny!! e eu aki nesse friooo hsuhauahua&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-3029645787822678576?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/3029645787822678576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=3029645787822678576&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/3029645787822678576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/3029645787822678576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2009/07/que-frio.html' title='Que frio!!!'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlZO7JvJt8I/AAAAAAAAASQ/bpkAwkP0auE/s72-c/frio%5B1%5D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-7811448673755419575</id><published>2009-07-07T01:48:00.007-03:00</published><updated>2009-07-07T12:35:11.969-03:00</updated><title type='text'>Vídeo-minuto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;POR DUAS POKAS&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Q2hDy3WADn8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Q2hDy3WADn8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pessoal, esse foi o vídeo-minuto produzido para cumprir um crédito da Oficina de Comunicação Audiovisual da UESC. O vídeo se chama "Por duas Pokas". Poka é o termo que os usuários do crack o chamam. Infelizmente hoje tem sido assim, muitos usuários roubam para alimentar o vício. Isso já é um tema bastante saturado mas, mesmo assim a situação ainda parece invisível.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No vídeo aparecem cenas com a marca da Coca-cola. Talvez alguns se perguntem o porquê? A Coca-cola é um ícone do global, todo o mundo consome coca-cola, por isso usamos a marca para linkar com a idéia de que o mundo continua "girando" e não nos damos conta do que acontece nos lugares marginalizados de nossa atenção. Às vezes até lembramos que isso acontece quando vemos algo que nos remeta ao tema - como pode ter acontecido com vc ao ver esse video. Mas o que é feito? Nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas de produção (rsrs): Foi legal esse nosso primeiro trabalho prático de vídeo. A locação foi em Ilhéus (pra quem não conhece), foi engraçado pq os transeúntes não sabiam o que estava acontecendo no local e alguns achavam que o roubo era verdadeiro, inclusive um rapaz tentou segurar nosso ator. Uns perguntavam se ia exibir na televisão, outros quando viam a câmera faziam questão de passar na frente (hushuahuhau). Foi bem divertido e cansativo, fizemos tudo numa tarde só, filmamos mais de 40 minutos de material bruto pra editar e colocar em 1 minuto. Trabalho difícil para a edição. Andei essa tarde inteira descalço pelas ruas de Ilhéus, pois o ator não tinha ido de sandálias e eu como um bom Diretor de Arte (¬¬) emprestei as minhas. Ah usei pó de café pra sujar as unhas dele (dá pra ver um pouquinho, queria que o close fosse de frente mas n rolou. Bom.. espero que tenham gostado dessa minha primeira empreitada rsrsrs.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Making of&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355739081164261746" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlNoUYJ5CXI/AAAAAAAAASI/Kat2a8zS1iM/s400/Making+Of+011.jpg" /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355739078308032738" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlNoUNg6cOI/AAAAAAAAASA/7eTlfkWSw10/s400/fffff.jpg" /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355737376988554482" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlNmxLmvZPI/AAAAAAAAAR4/Dmiqzu0dg1s/s400/Making+Of+019.jpg" /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355736478747361778" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlNl85ZWgfI/AAAAAAAAARw/KFsd3CtJ1r8/s400/Making+Of+009.jpg" /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355735408366764098" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlNk-l6uwEI/AAAAAAAAARo/BpyywJ5UYYU/s400/Making+Of+013.jpg" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-7811448673755419575?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/7811448673755419575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=7811448673755419575&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/7811448673755419575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/7811448673755419575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2009/07/httpwww.html' title='Vídeo-minuto'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SlNoUYJ5CXI/AAAAAAAAASI/Kat2a8zS1iM/s72-c/Making+Of+011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-3662603043229237562</id><published>2009-05-06T00:17:00.007-03:00</published><updated>2009-05-06T01:40:10.167-03:00</updated><title type='text'>A casa - Parte 2</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: verdana; font-weight: bold;font-size:100%;" &gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SgECnNWvTgI/AAAAAAAAAN4/nXyaVW12xsk/s1600-h/casinha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332546306406567426" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; height: 213px; text-align: center;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SgECnNWvTgI/AAAAAAAAAN4/nXyaVW12xsk/s320/casinha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div  style="text-align: justify; font-family: verdana; font-weight: bold;font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;     Uma casa não é feita com o propósito de ser destruída, não é? Por isso, eis aqui mais uma mensagem que trago baseada na figura de uma casa.&lt;br /&gt; Para se tornar uma casa habitável e confortável, uma casa precisa ser povoada por objetos – móveis e acessórios como: sofá, tapetes, geladeira, quadros etc...Para que haja devida funcionalidade, uma casa não deve ser constituída em apenas paredes e telhado. Deve-se promover a vida dentro dela.&lt;br /&gt;   Como na nossa personalidade, mobiliamos nossa casa interior com requinte (assim acreditamos fazer). Compramos o sofá mais confortável, lustres belíssimos, tapetes bem bordados, tudo pra que nosso interior fique aconchegante e atraia visitantes, senão pela visão, pelos comentários feitos.&lt;br /&gt;   Com o passar do tempo, devido a tantos entra-e-sai de pessoas diferentes, sentadas bruscas no sofá, saltos finos no tapete etc. Parte de nossa casa parece ir embora com a poeira corroendo nossos umbrais. E isso acontece sem que percebamos. OK! É normal que as coisas envelheçam, e sejam destruídas pelo tempo.&lt;br /&gt;   Bem, suponhamos que cada vez mais a velhice dos objetos chegue, e que nos acostumemos com isso. Não há necessidade de troca [pensamos]. Afinal, ainda dá pra sentar no sofá, o tapete não está tão destruído. E algo novo pode desarmonizar a estética da casa!Certo dia ao acordar, o dono da casa [você] olha pela janela e vê o dia nublado. É hora de ir. O dia o espera com suas obrigações. Quanta chuva! Parece não acabar. Hora de voltar pra casa! Aleluia!&lt;br /&gt;   Quando chegou em casa, tudo parecia fazer parte de um pesadelo. Seus pertences, todos os seus móveis pareciam pegar carona na correnteza, que levava-os com total controle a um rumo imprevisível.&lt;br /&gt;   Os móveis estavam velhos mesmo! (alguém diz) [Isso não é argumento para uma hora dessas]&lt;br /&gt;   Uma tormenta levou muito do que havia dentro da casa. O que não levou, tirou do lugar. O que era fixo, flutuava na água insalubre. Só assim, o dono pensou em comprar móveis novos. [não que ele quisesse]&lt;br /&gt;   Algumas vezes, enchentes entram pelas portas da nossa casa. Levam muita coisa valiosa (pra nós), costumes - nem sempre bons – destroem muita coisa, deixam marcas em nossas paredes, nos faz chorar ao ver tanta água suja molhar o que é nosso. É! Águas sujas. Notou isso? Com cheiro e cor desagradáveis, mas que suscitam uma atitude.Vão-se os móveis antigos, costumes, manias, valores deturpados, valores acostumados e mesmo molhada, respingando, a casa propõe a inserção de novidade. Móveis novos, lustrosos, com cheiro de verniz novo, ou até quem sabe a mesa de jacarandá com uma tinta nova. Depois de uma tormenta a casa continuará lá, esperando um atenção mais que epecial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Não é necessário que se esqueça dela, nem a abandone. Afinal, ela não ruiu. Mas seu interior precisa de mudanças.Ah, aí vai uma dica: comece a nova mobília pelo seu quarto. ;) &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-3662603043229237562?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/3662603043229237562/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=3662603043229237562&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/3662603043229237562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/3662603043229237562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2009/05/casa-parte-2.html' title='A casa - Parte 2'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SgECnNWvTgI/AAAAAAAAAN4/nXyaVW12xsk/s72-c/casinha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-683344336507098624</id><published>2008-11-26T19:48:00.003-03:00</published><updated>2008-12-13T21:56:21.645-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='analogia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='silencio'/><title type='text'>Silêncio!!! Um trechinho sobre...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SS3SkkMpoOI/AAAAAAAAAIM/Mu09Qp8u5ME/s1600-h/silencio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5273102264354578658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 230px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SS3SkkMpoOI/AAAAAAAAAIM/Mu09Qp8u5ME/s320/silencio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#6666cc;"&gt;Silêncio!!! Quem nunca ouviu tal ordem? Talvez repressão. Talvez controle. Talvez sugestão.&lt;br /&gt;Muita coisa pode ser entendida em nossa vida com o silêncio. Mas, não pensemos o silêncio como o vazio. Pensemos como um vaso de barro, escuro, mas com muito a se descobrir. É muito bom ficar em silêncio. Pensar no que foi feito, no que se poderá fazer. Embora seja um incomodo terrível ter ficar em silêncio, uma história, um som, uma lembrança pode surgir dessa ausência de ruídos.&lt;br /&gt;Penso também que não há silêncio. Paradoxal? Sim. Mas ainda afirmo não haver silêncio. Por mais que ao nosso redor tudo esteja tão quieto, nossa cabeça [digo por mim] não estará em tamanha “paz”. Se pudesse pôr um alto-falante conectado à minha mente quando tudo parecesse estar alheio a mim, certamente uma guerra perderia em termos de barulho. Enfim, queria falar de silêncio, creio estar numa fase silenciosa, de pensar, de ouvir o que acontece na minha cabeça, rever conceitos, reafirmar conceitos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-683344336507098624?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/683344336507098624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=683344336507098624&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/683344336507098624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/683344336507098624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2008/11/silncio-um-trechinho-sobre.html' title='Silêncio!!! Um trechinho sobre...'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SS3SkkMpoOI/AAAAAAAAAIM/Mu09Qp8u5ME/s72-c/silencio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-484242127725272501</id><published>2008-09-28T12:22:00.004-03:00</published><updated>2008-12-13T21:57:15.959-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='analogia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mosaico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='detalhes'/><title type='text'>A vida em detalhes.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SN-v12FEBjI/AAAAAAAAADY/hiSQj4bttmY/s1600-h/mosaico-full;init_.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251109030121965106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SN-v12FEBjI/AAAAAAAAADY/hiSQj4bttmY/s320/mosaico-full%3Binit_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há algum tempo comecei a reparar nos detalhes, por onde eu passo costumo [agora] notar as pessoas, os lugares, os detalhes. Nossa vida é constituída de detalhes. Como um mosaico, construímos nosso dia-a-dia com pequenas pedrinhas que ao fim do dia nos permitem estar bem ou não tão bem.&lt;br /&gt;Levantamos pela manhã e só o que percebemos é que está claro. É dia. Desprezamos os detalhes. Esquecemos que lá fora todo o universo conspirou para que o Sol aparecesse e desse da sua luz. Há quem diga que não há tempo para isso. Há.&lt;br /&gt;Quando andamos pelas ruas, muitas vezes nem notamos as pessoas. Passamos por elas e o simples fato de nos desejarem "bom dia" causa incômodo. Afinal, nem as conhecemos. Assim, nos trancamos. Passamos por tudo e por todos olhando apenas para o nosso umbigo, com isso perdemos grandes oportunidades de refletirmos sobre a vida e aprendermos o Deus nos ensina através dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[um detalhe percebido]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre quando volto da faculdade vejo um velhinho, vestido com roupa de policial na esquina em frente ao posto policial do bairro onde moro. Sempre passo por ele, e de início eu me perguntava como um velho daquela idade poderia trabalhar como policial. Enfim, esqueci deste detalhe. Esqueci do velho [embora passasse sempre por ele, com fome, com pressa de chegar em casa].&lt;br /&gt;Certo dia, quando passei não o vi. Vi somente sua cadeira, acorrentada ao poste de luz para que não fosse roubada. Pensei: cadê o velho policial velho? Coitado, não tem nem forças para trazer sua cadeira, já a deixa no seu ponto. Mas o que quero dizer é que, se o policial estivesse sempre ali eu talvez nunca percebesse a sua cadeira, de recosto de plástico amarelo e pernas de ferro. Sua companheira.&lt;br /&gt;Talvez, o fato de vestir a roupa de policial, o fizesse se sentir mais valorizado. Sentar-se em frente ao posto policial - mesmo que do outro lado da rua - em sua mente, o tornasse útil ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que para se sentir útil, ou bem quisto pelos que nos rodeiam, devemos usar os detalhes - mesmo que só nós os valorizemos - para nos sentirmos diferente? Para chamar a atenção de quem queremos que nos perceba?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que não percebam seus detalhes, perceba detalhes alheios. Construa um mosaico bonito de se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se fui claro nesse post, mas o que fica: o velho conseguiu chamar a minha atenção para seus detalhes. espero ter detalhes pra chamar a atenção também (risos).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-484242127725272501?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/484242127725272501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=484242127725272501&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/484242127725272501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/484242127725272501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2008/09/vida-em-detalhes.html' title='A vida em detalhes.'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SN-v12FEBjI/AAAAAAAAADY/hiSQj4bttmY/s72-c/mosaico-full%3Binit_.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1317924921564903496</id><published>2008-09-16T23:32:00.005-03:00</published><updated>2008-12-13T21:54:26.938-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comparação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='analogia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='saudade'/><title type='text'>Saudade. O bichinho de estimação.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SNB1Ee8nf4I/AAAAAAAAADI/yFfEhc0JB8I/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246822285773864834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SNB1Ee8nf4I/AAAAAAAAADI/yFfEhc0JB8I/s320/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sentimento confuso, doloroso, algoz. Saudade, animal de estimação que trai seu próprio dono, que morde e que marca num segundo uma eternidade. Quem alimenta esse bicho? que, sem pena, chega sorrateiro e avança repentinamente sobre o seu amo. Mesmo que o deixemos sem alimento, ou até o tranquemos do lado de fora de casa, logo ele estará lá, rosnando, colocando a patinha no buraco da porta querendo entrar. Como zumbís, vamos até ela e a abrimos. Deixamos que ele pule em cima de nós e lamba nosso rosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[eca, foi o que pensou?]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hora não nos damos conta que a saudade nos faz de bestas. E é até gostoso.&lt;br /&gt;Rimos, choramos, tentamos esquecer, tentamos lembrar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Saudade do cheirinho de café às sete da manha na casa da vó. Saudade da turma do colégio que se dispersou. E de tanta coisa que não se notou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diria Rubem Alves "Saudade é a presença de uma ausência" Ausencia, de algumas vezes, do que ainda não veio. Do que ainda nem se tomou conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudade. Por que? Ao mesmo tempo delícia em viver, ao mesmo tempo dor em ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que? Só de pedir pra esquecer, me lembro. Como diria da Mata em sua canção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, deixe o animalzinho lá, preso [embora ainda lá]. Atrapalha. Faz barulho. Incomoda as visitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixe lá. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1317924921564903496?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1317924921564903496/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1317924921564903496&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1317924921564903496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1317924921564903496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2008/09/saudade-o-bichinho-de-estimao.html' title='Saudade. O bichinho de estimação.'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SNB1Ee8nf4I/AAAAAAAAADI/yFfEhc0JB8I/s72-c/sem+t%C3%ADtulo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-8404489139510170507</id><published>2008-07-16T11:28:00.004-03:00</published><updated>2008-12-13T21:58:00.500-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comparação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='analogia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='velho'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tempo'/><title type='text'>O TEMPO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SH4GHDpmrrI/AAAAAAAAADA/WJcm1DP9LT4/s1600-h/tempo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223619336105012914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SH4GHDpmrrI/AAAAAAAAADA/WJcm1DP9LT4/s320/tempo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Talvez ao ler o título do texto, logo a imagem de um relógio tenha aparecido em sua mente. Números, ponteiros, tic-tac’s. Mas nem sempre lembramos que, como palavras ditas,&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;esses ponteiros não fazem o caminho inverso, correm sem que ninguém os consiga segurar, seria inútil tentar detê-los.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Como um velho, sentado num banquinho na porta de sua casa, cabelos brancos, rosto cansado, esperando que tudo passe até a chegada do seu fim, o tempo nos observa e mais que isso, rege nossa vida sutilmente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Todos passamos por ele diariamente, não o cumprimentamos, nem damos devida atenção. Mas nos seus olhos cansados estão sendo registrados todos os nossos momentos. Ainda sim, não nos preocupamos com ele. Apenas o lembramos quando tentamos nos esquivar das conseqüências dos nossos erros entregando, ao tempo, o compromisso de amenizar e futuramente sarar todas as chagas que causamos a nós e aos outros, tentando nos convencer de que o “O tempo sara tudo”. Não acredito que sare, talvez ele apenas guarde em baixo do seu &lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;banquinho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Uma vez debaixo do banquinho, nossos sentimentos e problemas parecem olhar para nós sempre que passamos por aquele velho, eles estão escondidinhos, livres de derreterem na chuva, ou serem queimados pelo sol, antes fosse assim, mas parecem nos chamar e quando, incontrolavelmente vamos pegá-lo de volta, o velho diz: Não... Deixe ele aqui em baixo do meu banco! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Como uma oportuna fala do nosso inconsciente, o tempo nos faz deixar tudo lá em baixo outra vez. É tão cômodo!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;E assim passam-se os dias e tudo o que sabemos fazer é culpar o velho coitado de tudo o que nos acontece, das rugas que nos aparecem, dos atrasos que cometemos. Por que temos a necessidade de por a culpa nele?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;E assim correm as horas, minutos, segundos, milésimos...não se esqueça dos milésimos, pois neste curto espaço de tempo nós, por costume, obtemos uma impressão de alguém, nem sempre genuína. Cuidado com o tempo. Se acostume com o tempo. Não deixe que ele faça dele seu escravo, pois vinte e quatro horas são o bastante, bastante pra sonhar e executar, pra errar e pra perdoar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;Caso queira conviver bem com o velho, cuide dele, alise seus cabelos brancos, afague seu rosto marcado pelas tuas atitudes desmedidas, poupe-o de fazer o que você mesmo pode fazer, pois muita coisa ele não consegue resolver por causa da idade, afinal o tempo tem seu tempo, muito cuidado, para que não seja tarde demais e o velho tenha morrido pra você.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;P.S. : O tempo pode ser senhor de muita coisa em nossa vida, mas Deus é o Senhor do tempo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-8404489139510170507?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/8404489139510170507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=8404489139510170507&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8404489139510170507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8404489139510170507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2008/07/talvez-ao-ler-o-ttulo-do-texto-logo.html' title='O TEMPO'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SH4GHDpmrrI/AAAAAAAAADA/WJcm1DP9LT4/s72-c/tempo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-1749018987915186856</id><published>2008-06-04T22:59:00.004-03:00</published><updated>2008-12-13T21:59:48.055-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='analogia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='casa'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexão'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cômodos'/><title type='text'>A casa</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SEdXhGYvZUI/AAAAAAAAAC4/VFGxF9SNxvg/s1600-h/casa-de-papel-b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5208227720238949698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SEdXhGYvZUI/AAAAAAAAAC4/VFGxF9SNxvg/s320/casa-de-papel-b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Analisando bem, todos somos como uma casa. Uns com faixadas imponentes, outros nem tanto. Uns com interiores bem decorados, outros precisando de reformas. Como numa casa normal, temos em nós cômodos com suas respectivas características. E começando por fora, nem sempre conseguimos demostrar a essência da casa. Mesmo assim de alguma forma atraímos olhares, quer por admiração, quer por desdenho.&lt;br /&gt;Entre pela porta da sua casa. O que você vê? Que cheiro você sente? Será que uma sala arejada e organizada, pronta para receber visita? Ou uma sala escura e fria?. A sala seria o cômodo onde recebemos as pessoas com as quais convivemos diariamente, sem mais intimidades, neste local, várias pessoas entram e sentam, tomam uma água e nem sempre voltam. Um lugar onde ficam apenas as marcas de sapato e poeira de chinelos. Entrando mais um pouco chegamos até a cozinha. Cozinha farta ou carente? Este é o lugar onde pessoas que necessitam de você recorrem. Onde a necessidade levará pessoas, com ou sem sua afeição, a entrarem e esperar que você as sirva, mesmo que seja só um dedo de atenção, ou um copo d'amor. Quase sempre somos abordados por esse tipo de pessoa, mas não fazemos questão de levá-las até a cozinha, pedir pra sentar e serví-las em suas carências, por vezes perguntamos o que querem, e as despedimos depois de meio copo de atenção gelada e um sorriso mal passado. Passando pela sala entramos no único quarto da casa. Onde sonhos acontecem, lágrimas se derramam, segredos são guardados. Talvez o quarto seja justamente a parte que devamos prestar mais atenção. Trata-se do que somos de fato. Toda nossa história está aqui, guardada no livro perto da cabeceira da cama. Como estará esse quarto? Pra que ele serve? Apenas para ser limpo pela diarista e trancado em seguida? Muitas vezes deixamos que outros façam o trabalho de limpar nosso quarto. Convivemos mais na sala de nossas vidas e acabamos tendo medo do nosso quarto. Medo do que somos. Por isso, por quê ficar no quarto sozinho? tanto tempo!? É tão sem graça. Ficar olhando para as paredes. E quem disse que é isso q devemos fazer quando encontramos conosco? Deveria ser o momento mais apreciado, mais desejado. No entanto não é. Fugimos do nosso quarto logo pela manhã, deixamos a bagunça q nem sempre é limpa completamente pela moça que vem, e vamos ao dia esquecendo de nós. Ainda nessa nossa casa, visitamos por vezes o banheiro... é! o banheiro! Você deve estar se perguntando o que o banheiro tem nessa história? Se observarmos bem, não vamos ao banheiro a menos que necessitemos fazê-lo. Algo que pensamos ser inútil, não deve ser, afinal onde você jogaria a sujeira do corpo? Numa casa tão bem dividida não poderia faltar um lugar onde o choro acontece sem ser percebido, onde senta-se para meditar e até rir de bobagens lembradas. É um local onde só cabe quem precisa.&lt;br /&gt;Analisando assim, podemos ver quanta coisa temos pra organizar em nossa casa, não é?&lt;br /&gt;Mas ainda tem mais! Sim! Tem aquele quartinho lá nos fundos, cheio de tralhas juntadas ao longo do tempo, sentimentos perdidos entre atitudes desnecessárias. Talvez aqui estejam as respostas para muitos os cômodos da casa, como também muita mágoa misturada, cacos de relacionamentos ou até um coração enferrujado. Mas por que não entramos? Muita gente prefere deixar o quartinho lá, intocável, apenas recebendo os entulhos das situações, pedaços de sonhos frustrados, com medo de ratos e baratas, medo do que pode encontrar. É por aí que a casa deve começar a ser limpa, pois ainda que a casa esteja com sala, quarto, cozinha e banheiro limpos, se o quartinho dos fundos não estiver a casa não estará pronta.&lt;br /&gt;Será este quartinho que o Senhor da casa irá observar com cuidado. E é este quarto que Ele precisa que nós mesmos limpemos, para que os outros cômodos sejam sarados por Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Cuide da sua casa, e permita que ela seja "faxinada" por Deus. Faça a sua parte que os demais cômodos serão uma bênção para os outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Philipe Monção.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-1749018987915186856?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/1749018987915186856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=1749018987915186856&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1749018987915186856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/1749018987915186856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2008/06/casa.html' title='A casa'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SEdXhGYvZUI/AAAAAAAAAC4/VFGxF9SNxvg/s72-c/casa-de-papel-b.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-8070635185093165337</id><published>2008-05-30T19:10:00.003-03:00</published><updated>2008-12-10T07:44:13.589-03:00</updated><title type='text'>Conto da Rosa - parte 2</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SEB8kKY-jiI/AAAAAAAAACw/XsyIVKX5QoE/s1600-h/pingente.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SEB8kKY-jiI/AAAAAAAAACw/XsyIVKX5QoE/s320/pingente.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5206298129946545698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Levados pela carroça de seu Pai, bastante desgastada por sinal, rodas remendadas e um jegue velho por condutor, seguiam Liana e Seu Eduardo. Olhando as árvores passando, Liana imaginava-se nas ruas da cidade, como seriam os rapazes, como seriam suas concorrentes.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;-Jegue velho de uma figa!!! Não viu a pedra? - Exclamou o Pai interrompendo os pensamentos fúteis da filha.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Já ia escurecendo quando chegaram a cidade de Santa Inês, o barulho do bonde e as buzinas dos carros se misturavam e davam aos ouvidos da moça um som nunca visto, confuso e irritante, paradoxalmente gostoso de ouvir. Era o som do crescimento. Do progresso.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Da entrada da rua via-se uma velha sisuda com uma lamparina na mão. Era a tia de Liana esperando-os ansiosamente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;-Mas onde estavam vocês? Que demora! Como se pode deixar uma velha tanto tempo esperando assim? Entrem! Entrem! Já estou com as pernas doendo! Não farei café! Faça você Eduardo! Já está bem crescidinho! E você menina! Trate de tomar logo um banho! Sua cara está imunda, além de feder como gambá!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;      &lt;/span&gt;Assustada Liana corre para o Pai, com o coração palpitando, dessa vez de temor. Sussura:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;- Pai! Quem é esta velha? Onde está a Tia Carmosina?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;- Esta é a Carmosina minha filha! – Disse desconsertado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;- Não! Não quero morar com ela!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;- Acalme-se Liana, ela ficou assim depois que perdeu o esposo e o filho para a malária. Com o tempo você aprende a conviver com ela.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Depois de alimentar a filha, e com a desculpa de ter que voltar naquela noite á roça, Seu Eduardo evita as despedidas e deixa a filha com Tia Carmosina, que era alvo das brincadeiras das crianças naquela rua. Liana, sem coragem de enfrentar a velha, vai pro quarto orientada pelo Pai e tenta dormir.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Ao nascer o Sol, ouve-se estrondos na porta do quarto.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;- Acorda menina!!! Inútil! Ainda dorme? Levante-se, vamos! – Grita a tia com uma voz rouca, ensurdecedora.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- Sim Tia, Já estou de pé! Um momento, abrirei a porta - Disse a educada Liana, que mesmo sendo de origem rural, tinha bons modos e sabia falar corretamente, graças à sua falecida mãe.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;Ao abrir a porta a velha olhou a moça da cabeça aos pés por cima dos óculos, com um ar de desaprovação.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;- Vista-se! Vamos ao comércio. Não demore.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Liana vestiu-se rapidamente, passou pela cozinha correndo e tomou goles de leite, e ajeitando-se chegou até a sala.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- estou pronta Tia. Podemos ir!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- Já não era sem tempo! Pra quê tanta exuberância? Vamos apenas à feirinha! Vamos logo!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Liana lembrou-se do que o pai havia dito e relevou a observação da tia. Seguiu até a feira sem dar uma palavra. Apenas ouvindo as reclamações da tia quanto ao barulho, ao calçamento das ruas, as crianças que a perturbavam... Enfim chegaram ao centro de vendas da cidade.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;- Tome menina! Aqui está a lista do que deve ser comprado, vá e volte sem demora diga para por na conta da Carmosina. No fim do mês verei se comprou algo sem eu pedir. Vá, ficarei aqui com umas irmãs da Igreja tecendo alguns tricôs.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Tecer alguns tricôs era do que Carmosina gostava, usava esta expressão porque jamais admitiu que fosse fofoqueira, nem suas amigas beatas, mas era o que sabiam fazer de melhor. Falar da vida alheia. Em especial a do Padre Zé Bento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Obedecendo a ordem, foi-se Liana às compras: chuchu, alface, carne de segunda, azeite, ovos, leite entre outros produtos. Andando entre a feira Liana abaixa-se para pegar um molho de coentro, ouve uma voz:&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- Posso ajudar a moça? &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- Sim! Quanto custa o coen... – disse levantando o rosto e parando de repente.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- O coentro?&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- É.. o coentro.. – Disse, sem jeito, a jovem que nunca havia visto um rapaz tão bonito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;- Para você não custará nada. Leve! Leve também este mimo. – Deu a moça um pingente em forma de flor. Guardou entre os seios e seguiu sem olhar para trás, nunca sentiu tanta emoção junta, não sabia se alegria, nervoso ou vergonha. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim terminou as compras e chamou a tia que gargalhava às custas das beatas futriqueiras, foram para casa, e mais uma vez a tia resmungava, desta vez Liana não ouvia as queixas da velha, lembrava somente dos olhos do rapaz e da sua voz, segurando disfarçadamente o coração e o pingente. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-8070635185093165337?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/8070635185093165337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=8070635185093165337&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8070635185093165337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8070635185093165337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2008/05/levados-pela-carroa-de-seu-pai-bastante.html' title='Conto da Rosa - parte 2'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SEB8kKY-jiI/AAAAAAAAACw/XsyIVKX5QoE/s72-c/pingente.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7902893939777794024.post-8891158966925155146</id><published>2008-04-17T11:05:00.003-03:00</published><updated>2008-12-10T07:44:13.892-03:00</updated><title type='text'>O Conto da Rosa Azul</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SAdaPjNsPFI/AAAAAAAAACo/_n6WQQy0tjA/s1600-h/rosa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SAdaPjNsPFI/AAAAAAAAACo/_n6WQQy0tjA/s320/rosa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190216318764989522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Numa modesta casa,  de portas estreitas e janelas sempre abertas, moravam Seu Eduardo e Liana, isolados do mundo moderno. Seu Eduardo era trabalhador e viúvo, ainda de boa aparência, devia ter seus quarenta anos, tinha personalidade rude, mas amava sua filha como ninguém. Liana era fruto do seu casamento com Dona Lívia, levada por uma violenta tuberculose dias depois de dar a luz à filha. A menina, que ainda não sabia o que era o amor, apenas conhecia sua mãe do pescoço para baixo, graças a uma foto rasgada que seu pai possuía, sonhava todas as noites com sua mãe, imaginava como seria seu rosto, seus cabelos, seus olhos, queria saber quais traços dela havia herdado. Mas eram apenas sonhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;           &lt;/span&gt;Rotineiramente Seu Eduardo saía para cuidar da sua cultura de rosas azuis - uma raridade naquela região, onde só Seu Eduardo possuía um terreno com peculiaridades que permitiam seu cultivo. Todos que por ali passavam olhavam os quatro cantos, consultavam a presença de um possível alguém, e quando não o avistavam, catavam uma das flores por baixo da cerca e saíam como se &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;nada tivesse ocorrido. Presenteavam suas esposas, filhas ou até mesmo levavam para casa e desfrutavam do seu cheiro tão singular. A rosa era uma preciosidade cultivada por Seu Eduardo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Liana passava os dias em casa brincando com as bonecas deixadas por sua mãe, quando não, ajudava a seu pai a embalar as flores colhidas para levar à cidade. E assim, vivia das bonecas para as rosas, das rosas para as bonecas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;          &lt;/span&gt;Os anos passavam e Liana crescia mais na mente do que no corpo. Certa tarde ao voltar do campo, Eduardo depara com Liana rasgando suas bonecas dantes preferidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            - Pai, não quero mais estas bonecas!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;            - Por que minha filha?! Aliás, não é nem necessário perguntar o porquê. Vejo que estão em um péssimo estado, afinal são quinze anos resistindo às suas brincadeiras. Trarei da cidade duas novas pra você, assim poderá aposentar estas aí.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;          - Não pai! Deixe-me falar! – Disse a impaciente Liana – Não tenho amigas, cansei de falar com quem não me escuta, quero conhecer gente pai! Gente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;           - Mas minha filha, não conheces o Nado, a Verinha e a Pepa?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;           -Sim papai! Os conheço, mas não lhes são agradáveis as minhas idéias. Nem simpatia tenho pelas suas, além de serem bem mais moços que eu.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;Liana teve de seu pai as costas como resposta. Batendo bruscamente a porta - a qual fez voar certos passarinhos que ali pousavam - &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Seu Eduardo saiu rumo às rosas. Liana, frustrada, caiu ajoelhada ao chão, desanimada com o bravo silêncio do Pai. Conformou-se.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;         -Está certo filha! A levarei para a casa de uma tia sua na cidade, percebo que também está na hora de ingressar em uma escola para que se envolva com as letras e não seja ignorante como seu pai – Disse com voz embargada e olhos rasos d’água após uma noite de insônia refletindo sobre a filha. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;Sorridente, Liana - já com formas em seu corpo – saltou de alegria dentro de si. A imagem de seu pai a reprimia de tal extravagância. Podia escutar com facilidade seu coração palpitar e se misturar aos estalos da lenha e ao cheiro do café. Não havia data para a partida, ainda sim Liana já andava pela vila com certa altivez. Não sabia o que a esperava na cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p  style="text-align: justify;font-family:arial;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;(continua)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7902893939777794024-8891158966925155146?l=philipemoncao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://philipemoncao.blogspot.com/feeds/8891158966925155146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7902893939777794024&amp;postID=8891158966925155146&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8891158966925155146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7902893939777794024/posts/default/8891158966925155146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://philipemoncao.blogspot.com/2008/04/o-conto-da-rosa-azul.html' title='O Conto da Rosa Azul'/><author><name>Lipe Monção</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02686809567762847269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-OlT_buJvddA/TbYehN1OV7I/AAAAAAAAATY/_f-LcITY5bw/s220/DSCN1417.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_sE3zwYOledk/SAdaPjNsPFI/AAAAAAAAACo/_n6WQQy0tjA/s72-c/rosa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
